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Educadoras e educadores de Minas aprovam greve por tempo indeterminado

Categoria vai parar no dia 11 de fevereiro pelo pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional, quitação do 13º salário de 2019, em defesa do emprego, da escola pública para todos, entre outras reivindicações

Publicado: 06 Fevereiro, 2020 - 12h42

Escrito por: Sind-UTE/MG

Isis Medeiros/Sind-UTE/MG
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Trabalhadoras e trabalhadores em educação, representando todas as regiões de Minas Gerais, aprovaram greve por tempo indeterminado na rede estadual de ensino, a partir de 11 de fevereiro. A Atividade aconteceu no pátio da Assembleia Legislativa, na tarde de quarta-feira (5).

A categoria reivindica propostas de pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional, direito respaldado pela Lei Estadual 21.710/2015 e pela Lei Federal 11.738/2008, bem como o cumprimento estrito do repasse de 25% da receita corrente líquida do Estado para a Educação, o que não foi executado no ano passado pelo governo de Romeu Zema (Novo).

Também luta em defesa do emprego, da escola pública para todas e todos, pela quitação do 13º salário de 2019, a interrupção de políticas que dificultam o acesso à Educação, como sistema de pré-matrículas online, Plano de Atendimento, fusão de turmas, demora na publicação das remoções e resolução de designação.

O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) ressaltou também que a apresentação de propostas de reajustes salariais a apenas um setor do funcionalismo só demonstra o desprezo que o governo Zema tem pela Educação, sendo urgente uma resposta concreta contra tal postura.

Foi votado e aprovado o seguinte calendário de lutas:

– 6 e 7/2 – Rodas de conversa sobre a conjuntura enfrentada pela Educação mineira e visitas às escolas;

– 10/2 – Conversas com pais e estudantes nas escolas.

– 11/2 – Início da greve por tempo indeterminado.

– 12 e 13/2 – Mobilização nas escolas e realização de assembleias locais e regionais.

-14/2 – Realização de Assembleia Estadual.

– Moção de Repúdio ao reitor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), que processa estudantes e professores por se manifestaram em defesa da educação democrática.

– Moção de apoio e solidariedade à greve dos petroleiros e petroleiras em todo o país.