De acordo com o Sind-UTE/MG, cerca de 80% da categoria está em vínculo precário, e Minas Gerais lidera negativamente o ranking de precarização docente no Brasil.
“Exigimos a nomeação imediata dos aprovados nos concursos públicos vigentes. Os reajustes devem alcançar todos os aposentados, com ou sem paridade. Quem construiu a educação merece respeito”, apontou o sindicato nas redes sociais.
Calendário de mobilização
O Comando Estadual de Greve aprovou um calendário de lutas que prevê novas ações nos próximos dias. Entre elas, uma audiência pública sobre a campanha salarial que ocorre nesta terça-feira (17) e uma nova assembleia da categoria marcada para a próxima quarta-feira (18).
Contra privatização e terceirização
Outro eixo central da mobilização é o combate às iniciativas de privatização da educação pública. O sindicato reivindica a suspensão do leilão de 95 escolas estaduais, previsto para o dia 25 de março, na bolsa de valores B3, em São Paulo.
Para a entidade, a medida representa o avanço da terceirização no ensino público e pode comprometer a qualidade da educação e as condições de trabalho dos profissionais.
O outro lado
Procurado pelo Brasil de Fato MG para prestar esclarecimentos sobre as negociações com os trabalhadores da educação, o governo do estado não retornou o contato até o fechamento da reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.
Editado por: Ana Carolina Vasconcelos

