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Jornalistas e radialistas fazem greve contra o governo Romeu Zema

Categorias protestam contra política nefasta de ataques ao trabalhador e ao serviço público. Governo só pensa em privatizar, terceirizar, precarizar e congelar salários dos concursados

Publicado: 02 Setembro, 2021 - 11h33 | Última modificação: 02 Setembro, 2021 - 11h40

Escrito por: Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais

Brasil de Fato Minas Gerais
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Às vésperas dos 85 anos da inauguração da Rádio Inconfidência, os trabalhadores (jornalistas e radialistas) da emissora fazem, nesta quinta-feira, 2 de setembro, uma greve de advertência contra o governo Romeu Zema e o comando da Empresa Mineira de Comunicação (EMC). Até agora, só foram ao ar programas gravados e a AM está reproduzindo o conteúdo da FM, por causa da paralisação.

Trabalhadoras e trabalhadores reivindicam:

- Acesso ao Plano de Cargos e Salários (PCS) e à proposta de Lei de Carreiras, mantidos a sete chaves pelo comando da emissora, apesar dos insistentes pedidos das entidades de classe para ter acesso ao seu teor;

- Tratamento igualitário entre concursados e comissionados, já que, em março do ano passado, o Comitê de Finanças (Cofin) da Secretaria da Fazenda aprovou a reposição  do INPC de 2009 a 2020 para a diretoria  e rejeitou a recomposição inflacionária, não paga desde 2019, apesar da vigência, nesse período, de um Acordo Coletivo de Trabalho, para os trabalhadores concursados da emissora;

- Transparência e diálogo, tão apregoados, mas pouco exercidos pelo comando da empresa;

- Discussão ampla nos conselhos e com a sociedade sobre o conteúdo editorial da emissora , que é pública e não estatal.

Ajude a divulgar a luta dos jornalistas e radialistas. Comunicação é direito garantido na Constituição. Salário digno e transparência também.

#ficainconfidencia

#salvearedeminas