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Mais feijão, menos fuzil. Por isso, vamos distribuir feijão nesta segunda-feira

CUT/MG e sua base vão distribuir sacos do produto para as famílias mais carentes. Bolsonaro zombou do povo chamando de idiota quem compra feijão no lugar de fuzil. O valor da arma paga duas toneladas de feijão

Publicado: 05 Setembro, 2021 - 17h02 | Última modificação: 05 Setembro, 2021 - 19h53

Escrito por: CUT/MG

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A Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG) e toda a sua base intensifica a Campanha CUT Minas Solidária, iniciada em 2020, no início da Pandemia de Covid-19. A disseminação do vírus, a política genocida do governo federal, com retirada de direitos, medidas provisórias e PECs ampliaram ainda mais o sofrimento do povo, a desigualdade e a fome no país. Depois de tantos desmandos, Jair Bolsonaro ainda zombou da população carente, que se tornou maioria no Brasil, chamando de idiota quem compra feijão no lugar de fuzil. A sua gestão aumentou a miséria, colocando o país novamente no Mapa da Fome.

Para dar o exemplo da atitude que um verdadeiro estatista adotaria diante da tragédia que tomou conta do país, a Central e sua base estão distribuindo feijão, um alimento básico à mesa de brasileiras e brasileiros, para os mais necessitados. O preço do fuzil 762, citado por Bolsonaro, é R$ 15 mil. Com este valor, a CUT e os sindicatos compraram duas toneladas de feijão.

A distribuição dos sacos de 2 kg de feijão por família será realizada a partir das 10 horas desta segunda-feira, 6 de setembro de 2021, na Rua Tamboril, 856, no Bairro Concórdia, região Nordeste de Belo Horizonte.

Com os recursos arrecadados na campanha, foram distribuídas cestas básicas e de refeições. Algo mais do que necessário, diante de uma política de morte que tomou conta do Brasil em 2016, com o golpe, e se ampliou com as eleições de 2018, em que a carestia é um pesadelo, com aumentos sucessivos nos preços de combustíveis, do gás de cozinha e dos alimentos.

Enfrentamos um quadro trágico da economia, em que mais de 15 milhões de pessoas estão desempregadas, um número ainda maior deixou de procurar emprego e de um mercado de trabalho. O legado da reforma trabalhista nefasta, aliada a minirreformas que destruíram a CLT, fez crescer ainda mais a informalidade e o trabalho precário se tornou a única alternativa.

Mas vamos resistir e derrotar este governo da morte, do desemprego e da fome.

Mais feijão, menos fuzil. Fora Bolsonaro.

 

Mais informações:

Rogério Hilário – CUT/MG – 98385-3887/99216-2046